quinta-feira, 14 de outubro de 2010


Hijitus foi uma série de desenho animado produzido na argentina numa criação de Garcia Ferre e exibido na Tv Tupi em pequenos capitulos exibidos ao longo do dia inclusive parte da noite entre uma atração e outra da Tupi ,tendo 3 minutos de exibição. Aos sábados a Tupi exibia
a história completa da semana. Era um sucesso a garotada vinha correndo para assistir assim
que a musiquinha do desenho soava na Tv. Foi exibido de 1971 até meados de 1974.

" E lá vamos nósssssssssssss !"

Esse era o grito de guerra desse trio poderoso dos desenhos de Hanna-Barbera, criado no meio dos anos 60 e que acompanhava o desenho do Frankenstein Junior. O trio era formado por Coil, o homem mola. Fluído, o homem de água e o Multi-homem. Os impossíveis eram um grupo de rock que combatiam o crime e tinham um chefe que ficava no pentágono.

Uma curiosidade: Na versão em inglês nossos heróis gritam "Talihooo" no lugar do famoso "E lá vamos nóssss !"

Dubladores

Coil, o Homem-Mola: Gastão Renné
Homem-Fluido: Older Cazarré
Multi-Homem: Carlos Alberto Vaccari

Suceso exibido na Tv Tupi dentro do
programa"Clube do Capitão Aza"década de 70.

Heloísa Helena - atriz e cantora brasileira
Heloísa Helena de Almeida Lima (Rio de Janeiro, 28 de outubro de 1917 — Rio de Janeiro, 19 de junho de 1999) foi uma atriz e cantora brasileira.
Biografia
Heloísa era filha de um advogado e alto funcionário da prefeitura do Rio de Janeiro (Otávio). Na infância, além das disciplinas normais, estudava com uma governanta o idioma inglês. Logo, começou a cantar e tocar violão.
Iniciou sua carreira na Rádio Mayrink Veiga. No começo cantava em inglês, já que dominava a língua como se fosse nativa dos Estados Unidos da América. Participou do filme "Samba da Vida", primeiro musical de Jaime Costa, que passou a ser seu ídolo. Heloísa escrevia também. Por seu valor, foi a primeira cantora a interpretar "Carinhoso", de Pixinguinha, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Cantou também nos cassinos da Urca, Copacabana e Atlântico. A embaixada dos Estados Unidos fez na época um intercâmbio cultural com o Brasil e Heloisa Helena acabou indo para New Orleans, permanecendo algum tempo.
Voltando ao Brasil, é convidada por Chianca de Garcia a ingressar na televisão, em 1951, na então recém-inaugurada TV Tupi do Rio. Participou de vários teleteatros, entre os quais Um Bonde Chamado Desejo e A Rosa Tatuada. Começou também a ser apresentadora de programas de televisão. Trabalhou depois por um tempo no Recife e, quando voltou ao Rio, já para a Rede Globo, integrou o elenco de várias telenovelas de sucesso, entre as quais Verão Vermelho, Assim na Terra Como no Céu, Selva de Pedra (como Fanny, a divertida dona da pensão) , Pecado Capital, O Astro, Eu Prometo (a última da autora Janete Clair), de quem era grande amiga e várias outras. Heloisa Helena também se dedicou à direção de programas, como a versão brasileira do programa What's My Line?.
No cinema, participou de "Mãos Sangrentas", "Leonora dos Sete Mares", "O Homem do Sputinik". Mas o que mais gostou de fazer foi "Independência ou Morte", filme nacional rodado em 1972 no qual interpretou Carlota Joaquina, mãe do príncipe D. Pedro I, vivido por Tarcísio Meira.
Cinema
A Fábrica das Camisinhas (1982)
A Pantera Nua (1979)
Ódio (1977) .... Rosa
Com as Calças na Mão (1975) .... D. Flora
O Descarte (1973)
Independência ou Morte (1972) .... Carlota Joaquina
Uma Garota em Maus Lençóis (1970)
Jovens pra Frente (1968)
Rifa-Se uma Mulher (1967)
Samba em Brasília (1961) .... Eugênia
O Homem do Sputnik (1959) .... Dondoca
Matemática Zero, Amor Dez (1958)
Boca de Ouro (1957)
Depois Eu Conto (1956) .... Marinete
Chico Viola Não Morreu (1955)
Leonora dos Sete Mares (1955)
Angu de Caroço (1955)
Mãos Sangrentas (1955)
O Petróleo é Nosso (1954) .... Sra. Guimarães
Marujo por Acaso (1954)
A Carne É o Diabo (1953)
É Fogo na Roupa (1952) .... Cssa. Buganville
Terra Violenta (1948) .... Lucy
É com Este que Eu Vou (1948) .... Frou Frou
Luz dos Meus Olhos (1947)
Céu Azul (1940) .... Mimi
Pega Ladrão (1940)
Futebol em Família (1939)
Tererê Não Resolve (1938)
Samba da Vida (1937) .... Helena
Alô Alô Carnaval (1936)

Carmen Monegal (Montevidéu, 19 de Novembro de 1951)


Carmen foi alvo de notícias falsas que davam conta de sua morte, na Grécia, em 15 de maio de 2008, o que causou transtornos consideráveis em sua vida pessoal e profissional. Até hoje consta na internet a notícia de sua morte, e não se consegue mais apurar ao certo como tudo começou. Uma nota foi publicada também no Caderno 2 e repetida neste Portal. Pedimos desculpas à atriz e aos leitores pelo lamentável equívoco.

Em entrevista ao portal estadao.com.br, falando por telefone desde São Bento do Sul, em Santa Catarina, Carmen conta que recebeu a notícia de sua própria morte assim que foi publicada, por meio de seu blog e e-mail, quando recebeu orientação de seu advogado para fechar o blog para comentários. "Imediatamente comuniquei à polícia e ao Google, pois queria que tirassem meu nome da busca do site", diz. "De início não achei tão grave", comenta, mas ao ver a notícia se alastrar cada vez mais pela internet, decidiu agora fazer o caminho inverso e entrar em contato com os grandes jornais brasileiros. Segundo a atriz, "os jornais estrangeiros publicaram o desmentido logo em seguida; aqui deveria ter feito o contrário do que fiz", lamenta.Bela e talentosa atriz, Carmen Monegal construiu importante carreira na televisão e no teatro, e com pouquíssimas, mas significativas, atuações no cinema.

Carmen Monegal nasceu em Montevidéu, no Uruguai, mas veio para o Brasil ainda na infância. A estréia em novelas se deu no grande sucesso da TV Tupi, “Antônio Maria”, em 1968, como Marina. Depois, a atriz passou por várias emissoras, como Record, Globo, Bandeirantes e Manchete. Carmen Monegal foi casada com o ator Carlos Alberto Ricelli e um de seus grandes momentos foi contracenando com ele como como a moderna e rica Adelaide em “Éramos Seis” (1977), de Rubens Ewald Filho e Sílvio de Abreu, na Tupi. No teatro, a atriz atuou em vários espetáculos, mas sua grande contribuição foi com a fundação, na década de 1990, do "Pilgrim Gospel Theatre", companhia itinerante cuja última paragem foi na Grécia, e pela qual dedicou cerca de duas décadas de sua vida. No cinema, estreou em “Beto Rockfeller” (1970), dirigido por Olivier Perroy, transposição para as telas do marco que revolucionou a telenovela brasileira no final de década de 1960.

Carmen Monegal atuou em mais dois longas nos anos 1970: “O Cortiço” (1978), de Francisco Ramalho Jr; e em “Jeca e Seu Filho Preto” (1978), de Berilo Faccio e Pio Zamuner. Carmen Monegal faleceu ontem, dia 15 de maio de 2008, na Grécia.

- “Beto Rockfeller” (1970), de Olivier Perroy;
- “O Cortiço” (1978), de Francisco Ramalho Jr;
- “Jeca e Seu Filho Preto” (1978), de Berilo Faccio e Pio Zamuner.


Carreira na televisão
1987 - Helena .... Carmem Cortez -tv Manchete
1985 - Plunct Plact Zum -tv Globo
1984 - Voltei pra você .... Dra. Walkíria -tv Globo
1982 - Elas por elas .... amiga de Márcia -tv Globo
1981 - O resto é silêncio .... Joana
1981 - Floradas na serra .... Lucília -tv Manchete

1980 - Cavalo amarelo .... Belinha -tv BAND
1978 - A sucessora .... Vanice -tv Globo
1977 - Éramos seis .... Adelaide -tv Tupi

1977 - O espantalho .... Zilá -tv Tupi

1975 - O grito .... Cleide -tv Globo
1975 - A moreninha .... Quininha -tv Globo
1974 - Super Manuela .... Sílvia -tv Globo
1972 - Vitória Bonelli .... Carla -tv Tupi

1970 - Simplesmente Maria .... Mirtes jovem -tv Tupi

1969 - João Juca Jr. .... Regina -tv Tupi

1969 - Super plá -tv Tupi
1968 - Antônio Maria .... Marina -tv Tupi

Ultraman era uma série japonesa de tokusatsu e um dos primeiros seriados de super-herói exibido a cores pela televisão japonesa. O seu sucesso foi tão grande que acabou gerando uma franquia de série e filmes que perdura até os dias atuais. A história tem início quando acidentalmente a nave-asteróide de Ultraman colide com uma nave da Patrulha Científica, causando a morte de um patrulheiro chamado Hayata.Diante disso, Ultraman restitui-lhe a vida, inserindo em Hayata sua energia vital e entrando em simbiose com ele, tornando-se uma espécie de hospedeiro dentro de Hayata. Dessa forma, Ultraman, além de dar novamente vida a Hayata, pode permanecer oculto na Terra, para defender a humanidade contra os monstros e invasores espaciais.
Quando necessário Hayata se utiliza do poder contida na Cápsula Beta e se transforma em Ultraman, mas devido ao sol fraco da Terra, seus poderes só duram cerca de três minutos.
No último episódio, Ultraman é derrotado por um monstro que mais tarde é destruído pela Patrulha Científica. Logo surge um novo Ultra, chamado Zoffy e vê como se encontra Ultraman e decide separá-lo de Hayata para levá-lo de volta. Hayata acorda confuso, mas se dá conta que um dia já foi Ultraman. Nesse momento, no espaço, Ultraman recupera a consciência e juntamente com Zoffy, empreende seu retorno a Nebula M-78.
O espetáculo foi apresentado pela primeira vez no Japão, pela Tokyo Broadcasting System (TBS), entre 1966 a 1967, num total de 39 episódios, mais um especial em julho de 1966. No Brasil foi exibido pela TV Tupi.
Depois que a rede Tupi fechou passou na Rede Bandeirantes, TVS, Rede Manchete e mais recentemente pela CNT.
Elenco

Susumu Kuroke como Shin Hayata
Akiji Kobayashi como Capitão Muramatsu
Sadayu Dokumamushi como Arashi
Masanari Nihei como Ide
Hiroko Sakurai como Akiko Fuji
Kagehide Tsuzawa como Hoshino
Akihiko Hirata como Doutro Serizawa

Em sua autobiografia “Minhas Bandeiras de Luta” (Fundação Assis Chateaubriand, 1999), João Calmon contou, em detalhes, boa parte de sua intensa trajetória de vida. O trabalho como senador da República e presidente dos Diários e Emissoras Associados permitiu que ele participasse ativamente de muitos dos momentos mais importantes da história recente do Brasil.
Uma das passagens mais interessantes dessa rica biografia – e que nunca havia sido divulgada para o grande público – envolveu a gigante americana Pepsi. Seguem abaixo alguns trechos que tratam desse assunto no livro “Minhas Bandeiras de Luta”.
“[ reunimo-nos na tarde do dia 23 [de janeiro de 1977] com o chairman of the board da Pepsi, Donald Kendall. Marido de Joan Crawford, ele era o responsável, entre outras grandes realizações, pelo ingresso da empresa na Europa Oriental, inclusive com a instalação de uma fábrica na União Soviética.”

“A conversa, foi, no geral, dirigida para a Política e para a Educação. Só mais tarde é que discutimos negócio. [...] Acabamos por examinar em termos mais concretos apenas a possibilidade de uma joint venture entre os Diários Associados e a Pepsi em torno de empresas que faziam o engarrafamento do produto no Brasil.”
No dia seguinte [24/1/1977], fomos à sede da Pepsi. A conversa não foi longa, mas pudemos chegar a uma conclusão. A proposta de Teddy [responsável pela Pepsi na área norte da América Latina] não nos interessava.”
Provavelmente, esta proposta de sociedade com os Diários Associados buscava repetir no Brasil a história de sucesso que a Pepsi havia escrito na Venezuela, onde a marca era cuidada pela família Cisneros, proprietária da maior rede de TV daquele país (Venevisión).
Como o negócio de bebidas depende fortemente de divulgação, o fato de contar com um grupo de comunicação com o alcançe dos Associados poderia ser encarado pelos executivos estadunidenses como uma garantia de sucesso para da Pepsi no Brasil.

terça-feira, 21 de setembro de 2010