O Homem da Valise ou Man in a Suitcase foi uma série de televisão britânica, de ação e aventura, criado por Dennis Spooner e Richard Harris, produzido pela Lew Grade´s ITC Entertainment, com locações na Pinewood Studios, Londres, Inglaterra. O espetáculo é considerado como um dos melhores exemplos de uma próspera série da ITC, dos anos 60, de ação e espionagem e exebida no Brasil via Rede tupi de Televisão no final dos anos 70. A série era protagonizada por ator norte-americano, Richard Bradford, como McGill, um ex-agente da CIA, que foi acusado injustamente de traição, durante uma investigação quando descobriu que um cientista ocidental chamado LeFarbe estava se preparando para fugir da União Soviética (URSS). McGill tentou interceptar a fuga, mas recebeu a ordem seu superior Harry Thyssen para não fazer isso, a partir de então passou a ser considerado como cúmplice desta fuga. Após o acontecimento, McGill se exila na Inglaterra e é forçado a viver de precários trabalhos ingratos como um independente investigador. O personagem McGill era um homem cansado e cínico, possuía um temperamento explosivo chegando a ter súbitas e inesperadas violências. Nesta série também não existe nenhum megalomaníaco que quer controlar o mundo através de seus métodos sombrios, apenas mostra apenas seres humanos comuns cheias de ganância, ciúme e ódio, que acabam praticando algum tipo de crime, que proporciona trabalho de investigação a McGill, por alguns trocados por semana, o que lhe permite ter razoável sobrevivência dentro de uma cidade oscilante. O espetáculo foi apresentado originalmente no Reino Unido pela ATV, entre 27 de setembro de 1967 a 17 de abril de 1968, num total de 30 episódios, de aproximadamente 60 minutos cada, em uma temporada. A série contava apenas com Richard Bradford como o único ator regular, mas muitas celebridades participaram do programa como Stuart Damon, Jane Merrow, Basil Dignam, Ed Bishop, Bárbara Shelley, Rupert Davies e Donald Sutherland, entre outros.
Primeira Temporada
1. Brainwash
2. The Sitting Pigeon
3. Day of Execution
4. Variation on a Million Bucks - Part 1
5. Variation on a Million Bucks - Part 2
6. Man from the Dead
7. Sweet Sue
8. Essay in Evil
9. The Girl Who Never Was
10. All That Glitters
11. Dead Man's Shoes
12. Find the Lady
13. The Bridge
14. The Man Who Stood Still
15. Burden of Proof
16. The Whisper
17. Why They Killed Nolan
18. The Boston Square
19. Somebody Loses, Somebody... Wins?
20. Blind Spot
21. No Friend of Mine
22. Jigsaw Man
23. Web with Four Spiders
24. Which Way Did He Go, McGill?
25. The Property of a Gentleman
26. The Revolutionaries
27. Who's Mad Now?
28. Three Blinks of the Eye
29. Castle in the Clouds
30. Night Flight to Andorra
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Perdidos no Espaço
Doutor Zachary Smith , Major West , a família Robinson, o Robô e todos os seres estranhos do universo faziam parte dessa série clássica criada nos anos 60. A família Robinson foi selecionada entre muitas outras famílias para fazerem parte de um projeto do governo dos EUA, que se resumia em enviar uma família para viver em um dos planetas da Via Láctea. Pórem, o médico da base, Doutor Smith era um espião com a missão de sabotar o projeto Jupiter 2. Sem querer, o nosso espião ficou preso detro da nave e foi para o espaço com a família. Smith havia sabotado o Robô de bordo e programou-o para destruir o sistema de navegação. Só que não contava com a sua presença na nave. O Robô cumpriu sua programação e todos ficaram vagando no espaço. E aí começam as aventuras da família Robinson em Perdidos no Espaço.
A série foi criada em 1965. Na versão original em preto e branco, o doutor Smith era mal e astuto, não tinha aquele ar de canastrão que se tornou sua marca registrada na série colorida (2º e 3º fases). O robô também não tinha uma personalidade e era absolutamente frio e com diálogos limitados ao seu papel secundário. A fase em preto e branco foi pouco apresentada na Brasil, pois a TV a cores era novidade por aqui e não havia muito interesse nas velhas coisas em preto e branco. O público queria algo novo, com muitas cores e a nova fase tinha muito de cores berrantes e imagens insólitas. Com isso a série original em PB ficou esquecida. Na segunda fase o doutor Smith ganhou o ar debochado e canastrão que marcou-o para o resto da série e o robô ganhou mais espaço na série, pondo os outros personagens em segundo plano. Os Robinsons nunca voltaram à terra. A série foi encerrada na terceira fase, sem o retorno para casa e muito menos o cumprimento de sua missão.
Jonathan Harris(Doutor Zachary Smith )visitou a Tv Tupi quando veio ao Brasil:
Dr. Smith sob o sol carioca
matéria de Pedrosa Filho-"Resumo de uma entrevista para Revista Intervalo 1969":
“É a primeira vez que venho ao Brasil. Observei que aqui me dublaram na série Perdidos no Espaço, com voz fina, coisa que não tenho. Na Alemanha, França e Inglaterra, a dublagem saiu quase perfeita. Gostaria muito de conhecer a pessoa que me dublou no Brasil.” Quem disse isso foi o ator Jonathan Harris, o famoso Dr. Smith. Mas, apesar da queixa, Jonathan mostrou-se muito simpático, quando compareceu ao programa do Capitão Aza (Wilson Vianna), na TV Tupi, para que a criançada o conhecesse de perto.
Com suas brincadeiras, o desprezível Dr. Smith chegou a cativar a meninada: mesmo com seus 60 anos, seu aspecto é jovial e seu bom humor é contagiante. Mas são muitas suas queixas: “Detesto ser chamado de Dr. Smith” – é uma delas. “Já me zanguei várias vezes por isso. Mas tem gente que não aprende. Comecei minha carreira há 30 anos, trabalhando na Broadway., numa peça de sucesso: “Casa de Chá do Luar de Agosto”. Daí para cá, sempre procurei ser mais gente e menos ídolo”. Casado e pai de dois filhos maiores, Jonathan Harris mora numa mansão, na Califórnia. “Gostei muito do povo brasileiro. A gente tem a impressão de que todos vivem cantando, por causa do sotaque”.
“Por que o Dr. Smith fez tanto sucesso? Ora, que pergunta! Pois, se ele usava a minha cara!” Jonathan Harris é um tipo simpático: cabelos grisalhos, corado, pernas arqueadas levemente, muito vivo, olhos espertos, pouco riso e muito humor. “Dr. Smith é um personagem estranho: covarde, péssimo caráter. Mas recebi a ainda recebo centenas de cartas muito simpáticas, principalmente do Brasil, pelo meu papel em Perdidos no Espaço.”
Jonathan Harris foi um famoso ator americano, o qual é mais lembrado e conhecido como o Doutor Zachary Smith da série de TV dos anos 1960, "Perdidos no Espaço" e adorado por várias gerações até os dias de hoje.
Nascido no bairro do Bronx, na cidade de Nova York (EUA), filho de imigrantes judeus russos, Jonathan Charasuchin lançou-se na carreira artística como Jonathan Harris, personificando um ator tipicamente britânico, com gestos e sotaques impecáveis.
Estreou na Broadway com uma peça de sucesso, “Casa de Chá do Luar de Agosto”.
Quando lhe perguntavam se era procedente da Inglaterra, tinha sempre uma resposta cômica: "Não, queridos. Eu só sou afetado". Harris se tornou um ator em 1942, depois de tentar ser farmacêutico.
Durante a Segunda Guerra Mundial, atuou em espetáculos para tropas estacionadas no Pacífico.
Depois da guerra, voltou para Nova York e começou a trabalhar no teatro e na TV.
Conseguiu seu primeiro grande papel no seriado da década de 1950 "The Third Man".
Mas foi no papel do falante e megalomaníaco doutor Smith de "Perdidos no Espaço" que Harris escreveu seu nome na história das artes dramáticas.
Em "Perdidos no Espaço", o covarde vilão sabotava a nave Júpiter 2, da família Robinson, e todos -inclusive o doutor Smith- acabavam em um distante planeta inabitado.
Veiculado na década de 60, o seriado dividia com "Terra de Gigantes" e "Túnel do Tempo" a preferência da garotada da época. Nos últimos anos, Harris trabalhou com os estúdios de animação Pixar, emprestando sua voz única ao mágico Manny de "Vida de Inseto" e ao "médico" de bonecos em "Toy Story 2"
Em 1998, o diretor Stephen Hopkins fez uma adaptação da série para o cinema, mas o projeto acabou revelando-se um fiasco, especialmente por desagradar aos fãs do programa original de televisão.
O papel de Harris foi interpretado por Gary Oldman.
Harris, ao visitar o Brasil na década de 60, afirmou:
“É a primeira vez que venho ao Brasil. Observei que aqui me dublaram na série Perdidos no Espaço, com voz fina, coisa que não tenho.
Na Alemanha, França e Inglaterra, a dublagem saiu quase perfeita. Gostaria muito de conhecer a pessoa que me dublou no Brasil.” Mostrou-se muito simpático, quando compareceu ao programa do Capitão Aza (Wilson Vianna), na TV Tupi, para que a criançada o conhecesse de perto.
Com suas brincadeiras, o desprezível Dr. Smith chegou a cativar a meninada.
Mesmo com 60 anos na época, seu aspecto era jovial e o bom humor, contagiante.
Jonathan, acompanhado de sua esposa, Dorothy foi também entrevistado no programa “Hebe”, depois de assistir, na cabina de projeção da Record, a um filme dublado da série Perdidos no Espaço.
Seu comentário: “Acho que o meu dublador é um grande artista. Se outros filmes meus forem exibidos no Brasil, quero que ele faça a minha voz.
Ele bateu um papo com Borges de Barros, o mendigo milionário da “Praça É Nossa” e dublador de sua voz em “Perdidos no Espaço”. Harris faleceu aos 87 anos, em 3 de novembro de 2002.
Causa da morte: Coágulo de sangue no coração.
Sepultamento:
Westwood Memorial Park.
Los Angeles - Califórnia, EUA.
Local: Santuário de Devoção.
Coordenadas GPS (Latitude / Longitude):
[34° 3'30.25"N / 118°26'28.05"W]
Chacrinha estreou na televisão em 1956, no programa "Rancho Alegre", na extinta TV Tupi. Logo após, começou a fazer o "Discoteca do Chacrinha" também na TV Tupi, e em seguida foi para a TV Rio. Em 1970, foi contratado pela Rede Globo e fez dois programas semanais: "A Buzina do Chacrinha", de calouros, e "Discoteca do Chacrinha". Em 1978, transferiu-se para a TV Bandeirantes, e em 1982, retornou à Globo com o "Cassino do Chacrinha" nas tardes de sábado.
Um Sol Maior é uma telenovela brasileira produzida pela Rede Tupi e exibida de 2 de maio a 22 de outubro de 1977. Foi escrita por Teixeira Filho e dirigida por Edson Braga, Henrique Martins e Waldemar de Moraes.Sinopse
Interior do estado do Paraná, anos 30. Para lá se dirigiu um rico imigrante italiano, Giácomo Nerone, para criar aquela que seria uma das maiores fazendas da região. Giácomo manda vir da Itália um engenheiro agrícola conhecido seu, Mário D'Angelo, pobre mas ambicioso e sem escrúpulos. Após ter sido mordido por uma cobra, Giácomo morre sem ter sido socorrido por Mário. Morto o fazendeiro, ele o enterra e assume sua identidade. Feito isso, avisa sua própria família na Itália que Mário D'Angelo é que havia morrido.
Depois de assumir falsa identidade, Mário - ou melhor, Giácomo - progride, casa, fica milionário e tem um filho: Mário, músico idealista sem sucesso na carreira e pobre. A vocação artística de Mário não tem a aprovação do pai. Por isso ele é repudiado abandonando o conforto do lar paterno e mudando-se para São Paulo, onde, durante anos seguidos, sobrevive como violinista.
Os anos passam, Mário se casa e precariamente sustenta uma família que herdou a ambição desmedida de seu pai. Diante das pressões que sofre, ele abandona o sonho de reger uma grande orquestra e vai dirigir uma das firmas de sua família.
A essa altura dos acontecimentos surgem duas pessoas que vão remexer o passado e descobrir a verdadeira identidade de Giácomo Nerone: o delegado Rangel, e Luigi, parente do "falecido" Mário D'Angelo, que acaba de chegar da Itália.
Elenco
Rodolfo Mayer .... Giacomo Nerone / Mario D'Angelo
Marco Nanini .... Lauro
Zanoni Ferrite .... Mario Nerone
Sandra Barsotti .... Márcia
Lisa Vieira .... Eliane
Jonas Mello .... Luigi D'Angelo
Laura Cardoso .... Mariana
Paulo Goulart .... Rangel
Denise Del Vecchio .... Betty
Kadu Moliterno (como Carlos Eduardo) .... Alberto
Trilha sonora
Nacional
"Reencontro" - Luiz Ayrão
"The First Time" - Orquestrado
"Você" - Claudete Soares
"Meiga Presença" - José Milton
"Descanso" - César Costa Filho
"Flutuando no Seu Amor" - Maria Tereza
"Ai Quem Me Dera" - Clara Nunes
"Foi Um Sonho Só" - Gérson Combo
"Tudo Está Mudado" - Benito Di Paula
"Rugas" - Luiz Carlos Clay
"Pare e Pense" - Sidney Quintela
"Uma Chance" - Gérson Combo
Internacional
"You Are My Love" – Liverpool Express
"Feel Like Makin' Love" – Kaliba
"Miracles" – Lena Martell
"Caring" – Donny Willer
"Making Love To a Memory" – Blue Magic
"The First Time" – Peter Ohio
"Questo Amore, Amore, Amore" – C+C
"Amore Nei Ricordi" – Complesso Anteprima
"Il Vero Amore" – Andrea Zarrillo
"Anima Persa" – Francis Lai
"O Tu, O Nada" – Pablo Abraira
"Don't Cry For Me Argentina" - Barbra Jo Anne