sábado, 24 de julho de 2010

Tio do adolescente J. - da entrevista à Rádio Tupi denunciando toda trama"

Belo Horizonte - O Ministério Público, por meio do promotor Leonardo Barreto Moreira Alves, considera ter provas suficientes para que a Justiça sentencie à pena máxima prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) o menor J. - primo do goleiro Bruno Fernandes de Souza -, por participação no sequestro seguido de cárcere privado da modelo Eliza Samudio. Apesar da avaliação, divulgada depois da audiência de instrução do processo contra J., ontem, no Juizado da Infância e da Juventude de Contagem, Grande BH, o representante do MP admite haver poucos indícios para acusá-lo de homicídio e ocultação de cadáver. É a primeira vez que uma das autoridades ligadas às investigações do sumiço e suposto assassinato da ex-amante do jogador assume a falta de provas para que um dos suspeitos seja condenado pelos dois crimes mais graves. A avaliação do promotor pode ser um dos motivos para o sorriso largo estampado no semblante de Bruno, ao deixar o juizado, sob um coro que repetia a palavra "assassino".


Na saída do Juizado da Infância e da Juventude de Contagem, Bruno dá um sorriso largo, mesmo aos gritos de curiosos que se amontoavam no local chamando-o de "assassino" Foto: Jackson Romanelli/EM/D.A Press
À noite, uma emissora de televisão divulgou um vídeo feito clandestinamente dentro da prisão. Bruno aparecia dizendo que vai processar o Estado pelo o que está acontecendo com ele.

Ainda ontem, o promotor da Infância e da Juventude reiterou que, no caso da falta de provas comprovando a materialidade direta do homicídio, depoimentos de testemunhas e confissões são considerados suficientes para condenações. Mas, no caso específico do adolescente, os dois únicos depoimentos - de Sérgio Rosa Sales, também primo de Bruno, e do menor - não o incluem na cena do crime. Por isso, na avaliação do representante do MP, J. estaria isento da acusação de assassinato, que teria sido comandado por Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, e por Luiz Henrique Ferreira Romão, Macarrão.

Como o testemunho do adolescente aparece até agora como principal indício contra Bruno, a interpretação do promotor de Contagem pode indicar que a polícia terá dificuldade para implicar o goleiro na suposta morte de Eliza. Reforça a hipótese o fato de que, apesar de toda a trama envolver o jogador de futebol, os testemunhos também isentam Bruno de presença no local do suposto assassinato. No caso dos suspeitos maiores de idade, uma eventual condenação por sequestro teria pena mais branda que a de homicídio qualificado. O primeiro crime prevê reclusão de oito a 15 anos; o segundo, de 12 a 30 anos.

A avaliação do promotor foi feita ontem, em entrevista depois da audiência de instrução do processo contra J. Presentes por uma hora e vinte e quatro minutos no Juizado da Infância e da Juventude de Contagem, Bruno, Macarrão e Bola recusaram-se a falar - mais uma vez sob o argumento de não produzir provas contra si mesmos - e permaneceram pouco mais de cinco minutos, cada um, na sala de audiência. Sérgio, primo de Bruno, voltou a depor, mas, na condição de informante, não é obrigado a dizer a verdade. A outra testemunha, o tio do adolescente J. - que em entrevista à Rádio Tupi denunciou toda a trama - depôs no Rio e cópia do testemunho foi encaminhada, por fax, ao juiz de Contagem Elias Chabil, que deve anexá-la ao processo. Não estava previsto depoimento do menor, que já tinha sido ouvido, mas poderia ser chamado a prestar esclarecimentos em caso de contradições.

A partir da audiência, o MP teria 24 horas para apresentar alegações finais com os argumentos para que J. seja sentenciado. Em seguida, é dado o mesmo prazo à defesa. Assim, o promotor considera que até a próxima semana o juiz deve dar a sentença do adolescente, apesar de ainda haver 35 dias de prazo para isso.

Condenação - Nos depoimentos, que devem ser citados nas alegações finais do promotor, Sérgio confirma que Eliza chegou ao sítio de Bruno, em Esmeraldas, na Grande BH, ferida, levada por Macarrão e pelo adolescente. "A violência aplicada no sequestro já permite uma pena rígida", diz Barreto em relação à internação do menor. Segundo ele, se o juiz aplicar a medida socioeducativa, J. permanece internado por seis meses. Encerrado o prazo, é feita reavaliação. O prazo máximo para a internação é de três anos.

Já o advogado Eliézer Jônatas Almeida Lima, que defende o adolescente, argumenta que não houve qualquer menção ao sequestro e Macarrão teria chamado J. para dar um "susto" em Eliza.

ARQUIVO TV TUPI


Faleceu na noite de terça-feira, 29/06, o vencedor do Festival Universitário de MPB da TV Tupi em 1969, Abílio Manoel. O cantor do sucesso 'Pena Verde' morreu devido a um enfarto, aos 63 anos de idade. Contemporâneo da Jovem Guarda, o cantor dedicou-se mais ao estilo MPB e teve presença destacada nos anos 60 e 70. Abílio estava em férias na Bahia e tinha programado para hoje, quarta-feira, a volta para São Paulo, onde morava. De acordo com a filha do cantor, ele passou mal durante a noite e foi levado para o hospital, mas não resistiu. Nascido em Portugal, era então estudante de física na USP quando optou pela música. O cantor e compositor Abílio Manoel foi vencedor de vários festivais universitários no Brasil e Chile. Mas se consagrou após 1969, ao vencer o Festival Universitário da TV Tupi. Entre os maiores sucessos do cantor estão “Pena Verde”, “Andreia”, "Tudo azul n'América do Sul", e “Luiza Manequim”. O corpo do cantor vai ser cremado no cemitério da Vila Alpina, em São Paulo.

Faleceu na noite de terça-feira, 29/06, o vencedor do Festival Universitário de MPB da TV Tupi em 1969, Abílio Manoel. O cantor do sucesso 'Pena Verde' morreu devido a um enfarto, aos 63 anos de idade. Contemporâneo da Jovem Guarda, o cantor dedicou-se mais ao estilo MPB e teve presença destacada nos anos 60 e 70.

Abílio estava em férias na Bahia e tinha programado para hoje, quarta-feira, a volta para São Paulo, onde morava. De acordo com a filha do cantor, ele passou mal durante a noite e foi levado para o hospital, mas não resistiu.

Nascido em Portugal, era então estudante de física na USP quando optou pela música. O cantor e compositor Abílio Manoel foi vencedor de vários festivais universitários no Brasil e Chile. Mas se consagrou após 1969, ao vencer o Festival Universitário da TV Tupi.

Entre os maiores sucessos do cantor estão “Pena Verde”, “Andreia”, "Tudo azul n'América do Sul", e “Luiza Manequim”. O corpo do cantor vai ser cremado no cemitério da Vila Alpina, em São Paulo.

domingo, 4 de julho de 2010

Eva Wilma Rilfles (São Paulo, 14 de dezembro 1933) é uma atriz brasileira de ascendência alemã. Foi casada com os atores John Herbert, com quem teve dois filhos, chamados Vivien e John Jr. e com Carlos Zara, por 23 anos.

Biografia

Eva Wilma iniciou sua carreia como bailarina clássica aos 14 anos. Logo passou a fazer parte do São Paulo Ballet de Maria Oleneva e, em 1953, apresenta-se no Theatro Municipal de São Paulo juntamente com o corpo de ballet do IV Centenário de São Paulo. O Produtor e Diretor do TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), José Renato, chamou-a para formar a primeira turma de teatro de arena, onde atuou com grandes astros e estrelas na época nos espetáculos, Judas em Sábado de Aleluia, Uma mulher e Três Palhaços, depois, teve grande repercussão ao fazer trabalhos como Boeing-Boeing, O Santo Inquérito, A Megera Domada e Black-Out, peça produzida e dirigida por John Herbert. Fez Um Bonde Chamado Desejo, Pulzt, Esperando Godot, dirigiu Os Rapazes da Banda, depois participou de Quando o Coração Floresce, Queridinha Mamãe, onde recebeu o Molière de Melhor Atriz e O Manifesto.

Em 1952, o diretor italiano Luciano Salce convidou-a para fazer um participação como figurante no filme Uma Pulga na Balança na Companhia Cinematográfica Vera Cruz, simultaneamente, participou do documentário do IV Centenário de São Paulo Se a Cidade Cantasse do diretor Tito Banini. Protagonizou dois filmes ao lado de Procópio Ferreira: O Homem dos Papagaios e A Sogra, ambos do diretor Armando Couto, e o drama de José Carlos Burle, O Craque. Foi a estrela da cinebiografia do cantor Francisco Alves:Chico Viola Não Morreu, de Roman Vanoly Barreto, em co-produção com a Atlântida e Sonefilme da Argentina. Volta a trabalhar com José Carlos Burle em uma comédia, O Cantor e o Milionário. Atuou no policial Cidade Ameaçada de Roberto Faria, na aventura A Ilha de Walter Hugo Khouri e no suspense O Quinto Poder de Alberto Pieralisi. Começa a trabalhar em coproduções estrangeiras,A Moça do Quarto 13 do americano Richard Cunha, simultaneamente, trabalha em filmes sob os olhos do alemão Horst Hachler como Noites Quentes em Copacabana e Convite ao Pecado. Premiada no Brasil e exterior, Eva Wilma, participa do filme São Paulo S/A do diretor Luiz Sérgio Person, onde interpreta Luciana, a jovem esposa ambiciosa de um alto funcionário da indústria paulista em busca de ascensão social. Depois, ela participa de comédias como A Arte de Viver Bem, episódio 1: A Inconveniência de Ser esposa, baseada na peça homônima de de Silveira Sampaio, sob direção de Fernando de Barros, da co-produção Brasil-México,Juegos Peligrosos, episódio 2: Divertimento do diretor mexicano Luiz Algoriza e Cada Um Dá O Que Tem, episódio 2: Cartão de Crédito, sob direção de John Herbert. De Ricardo Bandeira faz uma pequena participação no filme religioso O Menino Arco-Íris ( A Vida de Jesus Cristo). Representa a abnegada mãe de um jogador de futebol em Asa Branca, um sonho brasileiro do diretor Djalma Limongi Batista, e o Feliz Ano Velho de Roberto Gervitz. Paticipou dos filmes Person, Veias e Vinhos. O Signo da Cidade de Bruna Lombardi e A Guerra dos Vizinhos do diretor Rubens Xavier

Na televisão Eva Wilma estreou em 1953, quando Cassiano Gabus Mendes convidou-a para atuar no seriado Namorados de São Paulo, ao lado de Mário Sérgio. Posteriormente, Gabus Mendes mudou o título da série para "Alô, Doçura", e esta foi protagonizada por Eva Wilma e John Herbert durante dez anos. O seriado entrou para o Guiness Book como o mais longo do país e, Eva Wilma, recebeu o Troféu Imprensa 1964 como Destaque do ano.

John Herbert e Eva Wilma formaram o principal casal da televisão brasileira dos anos 50 e 60, depois do sucesso em Alõ Doçura, eles trabalharam na Record, protagonizando duas novelas: Comédia Carioca e Prisioneiro de um Sonho de Roberto Faria. O Casal retorna à TV Tupi e fazem trabalhos importantes como A de Amor e Confissões de Penélope, antes Eva Wilma comove os telespectadores como a meiga Ana Maria de Ana Maria Meu amor, faz Fatalidade e a vilã Jane de Angústia de Amar, novela baseada no filme O Que Aconteceu a Baby Jane?. Recebe reconhecimento internacional ao trabalhar em O Amor Tem Cara de Mulher do mestre Cassiano Gabus Mentes e recebe o Troféu imprensa de 1966 de atriz revelação. Atuou em Nenhum Homem é Deus de Lauro César Muniz.

Nos anos 70, o rosto de Eva Wilma é referência no Teatro, Cinema e TV, tornou-se ao lado do Carlos Zara um dois principais pares românticos da televisão brasileira, onde juntos trabalharam em novelas de grande sucesso, teleteatros e especias, pois Carlos Zara foi até 1977 o diretor de teledramaturgia da extinta TV Tupi.

Atua em novelas importantes como Meu Pé de Laranja lima, onde interpreta a uma mulher amarga, Jandira e a sonhadora Gabriela emNossa Filha Gabriela, , ambas da Ivani Ribeiro, na trama A Revolta dos Anjos da psicologa Carmem Silva ela interpreta a prudente Silvia.

Em 1973, Eva Wilma detona ao interpretar as gêmeas Ruth e Raquel de Mulheres de Areia (1973) novela de Ivani Ribeiro, que é sucesso nacional e internacional, popularmente chamada de Vivinha pelos colegas, ela trabalha em novelas de sucesso da Ivani Ribeiro, A Barba Azul e A Viagem (1975). Depois, participa de novelas do Sérgio Jockymann, O Julgamento e Roda de Fogo. Faz o remake de O Direito de Nascer e chega a participar das gravações da novela Maria de Nazaré, que por problemas internos da emissora paulista nunca chegou a ser levada ao ar.


Telenovelas
Minisséries
Fotonovela


Seriados
Grande Teatro Tupi

Cinema

Teatro

Premiações

Recebeu o Troféu Imprensa em:

  • 1964 - Como Destaque Feminino do seriado Alô doçura;
  • 1966 - Como Melhor Atriz Revelação pela Novela O amor tem cara de mulher;
  • 1973 - Como Melhor Atriz pela Novela Mulheres de areia (*);
  • 1975 - Como Melhor Atriz pela Novela A viagem;
  • 1997 - Como Melhor Atriz pela Novela A indomada.

(*) A ganhadora foi Regina Duarte pelo seu trabalho em Carinhoso. Ao receber o prêmio das mãos de Silvio Santos, no programa ao vivo que ainda era na TV Globo, todavia, Regina Duarte não o aceitou como seu e disse que passaria para a verdadeira merecedora, Eva Wilma.

Recebeu o prêmio APCA/TV em:

  • 1973 - Melhor Atriz por Ruth / Raquel na Novela Mulheres de Areia;
  • 1975 - Melhor Atriz por Dinah Veloso na Novela A Viagem;
  • 1997 - Melhor Atriz por Maria Altiva Pedreira de Mendonça e Albuquerque na Novela A Indomada.

Recebeu o Troféu Roquette Pinto em:

  • 1958 - Melhor Atriz por Alô Doçura
  • 1964 - Melhor Atriz por Prisioneiros de um Sonho
  • 1966 - Melhor Atriz por O Amor Tem Cara de Mulher
  • 1973 - Melhor Atriz por Mulheres de areia
  • 1975 - Melhor Atriz por A Viagem

Recebeu o prêmio Contigo!/TV em:

  • 1996 - Melhor Atriz Coadjuvante por Zuleica na Novela História de amor
  • 1997 - Melhor Participação Especial pela telenovela O Rei do Gado
  • 1997 - Melhor Atriz e Melhor Vilã por Maria Altiva Pedreira de Mendonça e Albuquerque na telenovela A Indomada

Recebeu o prêmio Revista/melhores do ano em:

  • 1975 - Melhor Atriz por Dinah na telenovela A Viagem

Recebeu o prêmio Troféu O Repórter em:

  • 1973 - Melhor Atriz por Ruth e Raquel Mulheres de Areia
  • 1976 - Melhor Atriz por Sônia O Julgamento

Recebeu o Prêmio Troféu IN em:

  • 1973 - Melhor Atriz por Mulheres de Areia
  • 1975 - Melhor Atriz por A Viagem

Recebeu o Prêmio Helena Silveira em:

  • 1973 - Melhor Atriz por Ruth e Raquel de Mulheres de Areia

Recebeu o Prêmio Adolpho Bloch em:

  • 1977 - Melhor Atriz por O Julgamento

Recebeu o Troféu APDL em:

  • 1973 - Melhor Atriz pela novela Mulheres de Areia
  • 1975 - Melhor Atriz pela novela A Viagem

Recebeu o Troféu Egas Muniz em:

  • 1973 - Melhor Atriz por Mulheres de Areia
  • Recebeu o prêmio Os Melhores do Ano da Revista Contigo/Ilusão em 1976
  • Recebeu o prêmio Os Melhores do Ano da Revista Sétimo Céu em 1975 e 1976
  • Recebeu o prêmio de Melhor Atriz 1973 TUPI - Placa de Bronze

Recebeu o Prêmio Plá Carlos Imperial:

  • 1973 - Melhor Atriz por Mulheres de areia
  • 1976 - Melhor Atriz por A Viagem

Recebeu o Prêmio Pop de TV em:

  • 1969 - Melhor Atriz por Confissões de Penélope
  • 1973 - Melhor Atriz por Mulheres de areia
  • 1975 - Melhor Atriz por A viagem

Recebeu o Prêmio Assis Chateaubriand

  • 1960 - por Alô doçura
  • 1966 - por O amor Tem cara de mulher
  • 1971 - por Meu pé de laranja lima
  • 1973 - por Mulheres de areia
  • 1974 - por A barba azul
  • 1975 - por A viagem
  • 1978 - por O direito de nascer

Recebeu o Prêmio Qualidade Profissional

  • 1997 - Atriz do ano por A indomada (televisão)
  • 2000 - Pelo Conjunto da Obra (teatro,cinema e televisão)
  • 2007 - Atriz do ano por O Manifesto (teatro)

Recebeu a Medalha Presidente Médici

  • 1973 - Melhor Atriz de Telenovelas Brasileiras

Recebeu o Prêmio APCL Internacinal em:

  • 1973 - Melhor Atriz por Mulheres de areia

Recebeu os Prêmios AP-Show cinco vezes:

  • 1973 - por Mulheres de Areia
  • 1974 - por A Barba Azul
  • 1975 - por A Viagem
  • 1977 - por O Jugamento
  • 1979 - por O Direito de Nascer

Recebeu o Troféu Paulo Barbosa 1976

  • Melhor Atriz pela sua atuação em O Julgamento

Recebeu o Troféu APIPE:

  • 1984 - por Transas e Caretas

Recebeu o Prêmio Sharp de Teatro 1994

  • 1994 - Melhor Atriz por 'Queridinha Mamãe'

Recebeu o Prêmio Shell de Teatro 1994 e 1995

  • 1994 - Melhor atriz por 'Queridianha Mamãe'
  • 1995 - Melhor atriz por 'Queridinha Mamãe'

Recebeu o Prêmio Governador do Estado/SP

  • 1955 - Melhor Atriz de Teatro por ' Uma Mulher e Três Palhaços'
  • 1966 - Melhor Atriz de Teatro por ' Black-Out'
  • 1988 - Melhor Atriz de Teatro por ' Quando o Coração Frorece'

Recebeu o Prêmio Molière por

  • 1994 - Melhor Atriz de Teatro por 'Queridinha Mamãe'

Recebeu o Prêmio Globo de TV em:

  • 1981 - Melhor Atriz por Laura de Ciranda de pedra;
  • 1986 - Melhor Atriz por Maura de Roda de fogo;
  • 1997 - Melhor Atriz por Altiva de A indomada.

Recebeu o Prêmio Faz Diferença de Teatro

  • 2004 - Melhor Atriz por "Primeira Pessoa"

Recebeu uma Homenagem em Cuba em 1966 pela atuação em O amor tem cara de mulher da TV Tupi; uma homenagem especial pela atuação no filme A Ilha no Festival de Berlim; e no Festival de Veneza foi destaque pelo júri popular.

Homenagens especiais

Pelo conjunto da obra
  • 1970 - Troféu Tupi de Novela
  • 1973 - Troféu Tupi de Novela
  • 1974 - Troféu Tupi de Novela
  • 1975 - Troféu Tupi de Novela
  • 1976 - Menção Honrosa Revista Amiga
  • 1978 - Troféu Tupi de Novela
  • 1998/1999 - Medalha Tiradentes
  • 2000 - Prêmio Cláudia
  • 2000 - Medalha machado de Assis
  • 2000 - Menção Honrosa Revista Contigo
  • 2000 - Qualidade Profissional
  • 2003 - Jornal O Globo
  • 2004 - Jornal O Globo
  • 2004 - Menção Honrosa pelos 50 anos de carreira
  • 2004/2005 - Prêmio Pró-TV
  • 2007 - Prêmio Qualidade do Ano de Melhor Atriz de Teatro O Manifesto
  • 2008 - Prêmio Personalidade de Melhor Atriz de Teatro O Manifesto
  • 2009 - Prêmio Troféu Marlin pelo Conjunto da Obra em Cinema Nacional
  • 2010- Menção Honrosa Personalidade O Ipiranga

Cinema

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Ovelha negra é uma telenovela brasileira produzida pela Rede Tupi e levada ao ar entre junho e setembro de 1975 às 20 horas. Escrita por Walther Negrão e Chico de Assis e dirigida por Edson Braga e Atílio Riccó.Sinopse
Júlio Monteiro é a "ovelha negra" da cidade e ambiciona liderar a estância termal, mas por causa das suas brincadeiras de mau gosto e por saber demais sobre a vida dos moradores da cidade, atrai a ira de todos e é expulso. Mas ele vai lutar para provar a todos que não é ruim. Vai disputar com seu pai o coração de Laura.Elenco
Rolando Boldrin.... Júlio Monteiro
Cleyde Yáconis.... Laura
Serafim Gonzalez.... Cirilo
Geórgia Gomide.... Sofia
Edney Giovenazzi.... padre Jonas
Kate Hansen.... Suzana
Joana Fomm.... Marina
Wanda Stephânia.... Glorinha
Laura Cardoso.... Donana
Carlos Augusto Strazzer.... Alberto
Adoniran Barbosa.... tio Quim
João José Pompeo.... Donato Ovelha negra era o primeiro fruto da parceria entre os autores Walter Negrão e Chico de Assis, que renderia ainda Xeque-mate e Cinderela 77.
Apesar de não ter atingido o sucesso de audiência previsto pela emissora - competindo com os capítulos finais de Escalada na Globo, Ovelha negra é considerada uma novela bastante interessante, que não teve tratamento à altura por parte da TV Tupi. Tanto que, em agosto, quando a Globo começou a reprisar Selva de pedra, a emissora decidiu acabar com a telenovela antes do previsto e estrear uma nova para concorrer com a reprise global e, assim, ganhar audiência. Essa nova atração, de grande sucesso, foi A viagem.

Trilha Sonora- Um Sol Maior

Trilha Sonora Internacional
You Are My Love –
Liverpool Express (tema de Mário e Márcia)
Feel Like Makin' Love – Kaliba
Miracles – Lena Martell (tema de Eliane e Lauro)
Caring – Donny Willer (tema de Betty)
Making Love To a Memory –
Blue Magic
The First Time – Peter Ohio
Questo Amore, Amore, Amore – C+C (tema de Mário)
Amore Nei Ricordi – Complesso Anteprima (tema de Luigi)
Il Vero Amore – Andrea Zarrillo (tema de Mariana)
Anima Persa –
Francis Lai (tema de Giácomo)
O Tu, O Nada – Pablo Abraira
Don't Cry For Me Argentina - Barbra Jo Anne


Trilha Sonora Nacional
Reencontro -
Luiz Ayrão
The First Time - Orquestrado (tema de abertura)
Você -
Claudete Soares
Meiga Presença - José Milton
Descanso - César Costa Filho
Flutuando no Seu Amor - Maria Tereza
Ai Quem Me Dera -
Clara Nunes
Foi Um Sonho Só - Gérson Combo
Tudo Está Mudado -
Benito Di Paula
Rugas - Luiz Carlos Clay
Pare e Pense - Sidney Quintela
Uma Chance - Gérson Combo
Um Sol Maior é o título de uma telenovela brasileira produzida pela extinta Rede Tupi e exibida de 2 de maio a 22 de outubro de 1977. Foi escrita por Teixeira Filho e dirigida por Edson Braga, Henrique Martins e Waldemar de Moraes.Sinopse
Interior do estado do Paraná, anos 30. Para lá se dirigiu um rico imigrante italiano, Giácomo Nerone, para criar aquela que seria uma das maiores fazendas da região. Giácomo manda vir da Itália um engenheiro agrícola conhecido seu, Mário D'Angelo, pobre mas ambicioso e sem escrúpulos. Após ter sido mordido por uma cobra, Giácomo morre sem ter sido socorrido por Mário. Morto o fazendeiro, ele o enterra e assume sua identidade. Feito isso, avisa sua própria família na Itália que Mário D'Angelo é que havia morrido.
Depois de assumir falsa identidade, Mário - ou melhor, Giácomo - progride, casa, fica milionário e tem um filho: Mário, músico idealista sem sucesso na carreira e pobre. A vocação artística de Mário não tem a aprovação do pai. Por isso ele é repudiado abandonando o conforto do lar paterno e mudando-se para São Paulo, onde, durante anos seguidos, sobrevive como violinista.
Os anos passam, Mário se casa e precariamente sustenta uma família que herdou a ambição desmedida de seu pai. Diante das pressões que sofre, ele abandona o sonho de reger uma grande orquestra e vai dirigir uma das firmas de sua família.
A essa altura dos acontecimentos surgem duas pessoas que vão remexer o passado e descobrir a verdadeira identidade de Giácomo Nerone: o delegado Rangel, e Luigi, parente do "falecido" Mário D'Angelo, que acaba de chegar da Itália.Elenco
Rodolfo Mayer.... Giacomo Nerone / Mario D'Angelo
Marco Nanini.... Lauro
Zanoni Ferrite.... Mario Nerone
Sandra Barsotti.... Márcia
Lisa Vieira.... Eliane
Jonas Mello.... Luigi D'Angelo
Laura Cardoso.... Mariana
Paulo Goulart.... Rangel
Denise Del Vecchio.... Betty
Kadu Moliterno (como Carlos Eduardo).... Alberto

O Velho, o Menino e o Burro foi uma telenovela levada ao ar pela TV Tupi. Foi escrita por Carmem Lídia e dirigida por Antônio Moura Mattos, tendo sua exibição entre 14 de abril de 1975 a janeiro de 1976, contando 184 capítulos.SinopseA novela contava as incursões sem destino de um velho e um garoto, sempre acompanhados de um burrinho falante.ElencoDionísio Azevedo - Velho Gui Sadi Cabral - Velho Gui Douglas Mazzola - Peto Liza Vieira - Regina Rogério Márcico - Castro Eudósia Acuña - Sofia Xandó Batista - Araújo Carmen Marinho - Bela Oswaldo Mesquita - Candinho Geny Prado - Santa Eduardo Abbas Leonor Navarro - Dona Mocinha Maraci Mello Cleide Ruth - Alice Marilene de Carvalho - Tina Régis Monteiro - Álvaro Yara Lins - Dona Mariquinha Marcos Plonka Luiz Carlos de Moraes Léa Camargo Ana Luíza Lancaster Lucila Lancaster João Luiz de Almeida Enis Furlani Jr. Antônio Carlos Estêvão e Zé Luiz Pinho - a voz do burro Trilha SonoraSpicks And Specks - The Eleven Brothers (tema de abertura) Love Won't Let Me Wait - Major Harris (tema de Regina) Vulcan Princess - Stanley Clarke (tema geral) Better By Far - Lena Martell (tema de Tina) Killed a Cat - Kenny Rankin (tema de Castro) La Canción de Arbol del Olvido - Ernesto Bitetti (tema de Bela e Candinho) Show Your Love - The Image (tema de locação) Spring Of 1912 - Brotherhood Of Men (tema de Santa) Let Me Try Again - Berto Pisano (tema de Dona Mocinha) Recuerdos de La Alhambra - Ernesto Bitetti (tema do Velho Gui) Melody Fair - The Eleven Brothers (tema de Sofia)

Como Salvar Meu Casamento é uma telenovela brasileira produzida pela Rede Tupi e exibida de junho de 1979 a fevereiro de 1980. Escrita por Edy Lima, Ney Marcondes e Carlos Lombardi e dirigida por Atílio Riccó.Sinopse
Há 23 anos, Dorinha e Pedro vivem uma típica vida de casal classe média. Aparentemente felizes, têm a vida mudada de uma hora para outra quando Pedro conhece Branca, uma mulher mais jovem e muito bonita. Disposta a lutar, Dorinha parte em busca de soluções para salvar seu casamento.Elenco
Nicette Bruno - Dorinha
Adriano Reys - Pedro
Paulo Guarnieri - Ricardo
Flávio Guarnieri - Celso
Wanda Stefânia - Paula
Elaine Cristina - Branca
Beth Goulart - Sílvia
Ariclê Perez - Valquíria
Hélio Souto - Mário
Kito Junqueira - Melão
Leonor Lambertini - Arminda
Cléo Ventura - Laura
Rildo Gonçalves - Leandro
Raul Gil - como ele mesmo Curiosidades] CuriosidadesA TV Tupi iniciou a novela sem nenhuma estrutura e com índices muito baixos de audiência no horário. Apesar das dificuldades, a novela conseguiu chamar a atenção de uma parcela do público interessada no tema. Como a novela elevou sua audiência, alcançando a liderança na Grande São Paulo, o tempo de duração dos capítulos da novela aumentou.